sexta-feira, junho 8

Discorrendo sem pódio de chegada.

E fez-se a vida a partir de duas mãos. Na Sistina e aqui.
Conhecem aquela da imagem que vale mais que mil palavras? Só se forem ditas, pois tentem reconhecer uma palavra escrita que não forme uma imagem, logo, uma palavra vale mais que mil palavras. Eu odeio matemática, e adoro subjetivismo. Estou vicando viciado, estou me viciando, estou mesmo.
Chama-se subjetivismo crônico. Tudo cria, por si só, mais de um sentido. O segundo torna-se parassintético e quase metafísico, obscuro, perpendicular, normal. Torne-se auto-suficiente através das palavrs que tiver que dizer-me. Isso funciona.
Chama-se subjetivismo crônico. Tudo forma todas as formas formais ou informais, até disformes, e tudo para eu perceber que a metempsicose não passa de palavra complicada que não significa mais do que o que a gente não entende.
Chama-se metalinguismo evolutivo. E dane-se Darwin.
Chama-se subjetivismo crônico. Só não consigo parar, de jeito algum.
" - Diga sinteticamente, você é outro daqueles pseudo-intelectuais?
- Não. Eu apenas nunca me repito. "
Chama-se metalinguismo.
" - ... .
- Quem cala concorda?
- Sim."
Chama-se gafe auto-descritiva.

Não importa, chamo Subjetivismo Crônico.
"Outro dia mesmo eu estava voltando para casa quando vi dois meninos me olhando."
"Ai então levaram-lhe até as abotoaduras douradas, e ninguém chamou o rabecão para Dario"
Chamo-me eu.
"- Tu, diz 'correndo sem pódio de chegada'.
- Nem beijo de namorada..."


-
Gente, juro que não bebi café demais, mesmo. Então, eu consertei os comentários. Podem comentar a vontade, a Melissa vai morrer de fome assim. Ah, não sabem quem é Melissa? Digo outro dia ;D

"Spinning on that dizzy edge
I kissed her face, I kissed her head
And dreamed of all the different ways
I had to make her glow"

Val, sinta-se honrada por ser a primeira foto e a primeira homenagem (direta) desse blog, ouviu? É que você ilumina e dá saudades. Eu até divido o pote de nutella se você quiser ;)

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