Seu nome, otimismo irregular. Planejou, a cada passo, quais imagens lhe penetrariam o córtex e quais terminais nervosos subcutâneos lhe seriam estimulados. Anatomicamente correto, desceu abrupto as escadarias cor-de-chuva, trovejando sua fronte nos becos que apareciam.
- Não há amor ou vontade que não possam ser criados a partir de um ego passivo. Eu crio meus amores para matar o tédio sobrehumano dessa suburbanice calamitosa - niilista por glória e devoção.
Irrompendo a cortina "noir", desceu das nuvens para molhar o chão, a gota trêmula, mas caiu sobre os mocassins parados. A chuva precedia seu sorriso, teria de precedê-lo. Sem notar, ficava feliz na chuva, acreditava no sol posterior e póstumo, inevitavelmente. E chovia dentro dele, expurgando o sal de seu corpo, escorrendo-o pelo queixo, mas nada tão inteligente.
- Eu vejo as coisas que me cercam e me secam a boca com a secura de seus gestos. Eu sinto o respirar forte e o hálito quente dos monstros que eu imaginei. Eu ouço os sorrisos dos sátiros em suas noites comumente longas e cheias, ocre o suor.
Nascendo pela porta amarela do táxi, pagou e foi viver no Central Park. Girava alta a felicidade engraçada que jogavam sob o sol esperado, uns para os outros em ciclos tediosos que coloriam o ambiente. Ciclistas pairavam sobre a grama, fluíam no verde e na terra e a Terra rodava menos que suas rodas.
- Odiosa a repetição idiota que me ronda, tudo gira, tudo roda e tudo volta para o início, girar não movimenta; isso tudo me enjoa. Serão sempre tontos e não perceberão o que estão fazendo, mas só enquanto tudo rodar. Tudo roda à minha volta, conheçam-me, sou eu.
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Eu deveria prestar mais atenção às aulas, mas assim não haveria blog.
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